Blog da Rosa

Um lugar de compartilhamento: reflexões, prazeres, rotinas, trabalho, temas favoritos. Não espere encontrar nele postagens metódicas, rigor científico, críticas contumazes contra as ideias de outrem. Meus pensamentos são exatamente isso: aquelas ideias que no momento presumo serem as mais viáveis, críveis e aceitáveis para mim de acordo com o que alcancei. Se você não concorda com eles, não há problemas. Apenas não seja rude ao compartilhar seus próprios pontos de vista.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Arte do dia!

Caixa de bijuteria básica, sem muito arrojo de técnica.
Tinta PVC, adesivo na lateral e flores na tampa.
Comecei a pintá-la nas férias e hoje fiz o acabamento.
Dia de sábado nublado propício para fazer coisas gostosas, incluindo pintar.
Bom fim de semana a todos!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Nova tentativa

Como já deu pra perceber, em 2010 não postei nada... e isso porque fiquei fazendo tantas outras coisas que não tive vontade de parar e registrar as ideias (quase pus o acento, mas lembrei que agora vigora o novo acordo ortográfico rsrs).
Até pensei em postar minhas obras de artesanato, pois curto uma decoupage, mas nem isso deu pra fazer.
Minha câmera digital pifouuuuuuuuuuuuuuu. Aff.
Estou tomando as providências quanto a isso, e em breve compartilharei o que já fiz.
Postei um vídeo que mostra a vida num futuro próximo. Quão próximo não sei ao certo, mas lembrei-me daquela música que dizia: "eu quero uma casa no campo...". No meio de tanta tecnologia por vir, precisarei de um refúgio, com certeza.
Até a próxima.

A Day Made of Glass... Made possible by Corning.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Um dia como outro qualquer?

Não poderia dormir sem comentar sobre esse dia, afinal, há mais de vinte anos labuto na profissão de mestre e reconheço que o 15 de outubro não tem mais aquela aura de importância que carregava na década passada. Ou estou envelhecendo e me tornando saudosista, ou apenas reconhecendo que as coisas estão mudando de maneira vertiginosa e a docência permanecendo praticamente igual ao que era no passado, tornando-se cada vez mais menosprezada. Não sei qual opção é a menos reconfortante! Saudosismo não é uma coisa que admiro muito, pois nos faz imaginar que o que ficou era sempre melhor do que aquilo que ocorre nos dias atuais, coisa com a qual não concordo de maneira alguma. Hoje é sempre melhor que ontem. Não importa quão bons momentos passei no passado, hoje minha cabeça pensa melhor, tenho muito mais clareza sobre as questões que realmente importam na vida e gosto de ver o rumo que minha vida tomou até aqui. Ufa, isso já é uma ótima coisa. Por outro lado, reconheço que as mudanças gritantes ocorridas na sociedade nesses últimos tempos têm imposto pesados fardos sobre alguns: dificuldade em adaptar-se às novas tecnologias, excesso de informação e pouca sabedoria para escolher aquilo que realmente importa, além de uma crescente sensação de insatisfação derivada do excesso de oferta de produtos variados no mercado. Diante disso alguns não conseguem avançar. Paralisam, começam a se sentir inferiores aos jovens dessa geração digital e às vezes só o que sabem fazer é reclamar. Professores têm a tendência de agirem dessa forma: sempre acham que são a categoria mais injustiçada, menos valorizada e colocam a culpa da dificuldade da atualização em todos, recusando-se a admitir que têm uma parcela de responsabilidade nessa situação. Também abomino essa posição. Então, por que essa sensação de que esse dia deveria carregar consigo um significado mais elevado? Talvez porque reconheça que o bom professor é uma figura especial, dotado de graça divina e paixão, apto a despertar nos seus pupilos o gosto pelo aprendizado. Não posso deixar de pensar em Jesus nessa ocasião: ele andou em meio aos homens de sua época, na maioria gente iletrada, e conseguiu deixar uma herança e uma influência absurdamente grande. E por que conseguiu tal proeza? Porque foi ungido por Deus e sabia ensinar como nenhum outro, amando. Por isso, creio que se os professores passarem a amar mais aqueles a quem ensinam, os que forem tocados por esse ofício poderão continuar desejando um feliz dia do professor aos que se dispuseram a dedicar suas vidas ao magistério.
E que outubro ainda nos faça lembrar dos mestres queridos!
Parabéns professores!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

II Workshop de Educação Cristã

Uma excelente oportunidade para aqueles que desejam educar seus filhos à maneira de Deus.
Creio que será um dia enriquecedor, portanto, participe!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Originalidade



Palavra bonita essa! Mas dificilmente aplicada em nossos escritos.
Já li em uma ocasião sobre como dificilmente somos criativos e originais quando escrevemos alguma coisa. Plagiar é algo tão combatido, mas quem de nós não está cheio de palavras alheias? Quantos de nossos pensamentos não são na realidade emprestados daqueles que nos formaram com seus discursos? É mais provável que sejamos reinventores de idéias antigas. Repaginamos, copiamos, colamos, à semelhança dos trabalhos escolares que tanto criticamos. Indagamos atônitos nos dias de hoje: as crianças não conseguem escrever nada com suas próprias palavras? E achamos isso um horror. E depois nos flagramos fazendo o mesmo. Citando os autores que mais admiramos, temerosos de lograr escrever alguma coisa com nosso próprio repertório. Queixamo-nos de que não temos verve. Ou assim imaginamos. E desistimos antes mesmo de tentar. Seria isso algo ligado a um sentimento de inferioridade? Seria mais peculiar esse sentimento nos homens ou nas mulheres? É um problema de gênero?
Fiquei encucada com essas coisas e decidi até incluir uma enquete para sondar exatamente isso. A originalidade é algo possível? Em que grau? Quem mais dela se utiliza?
Tenho mais perguntas sobre isso do que certezas. Entretanto, acredito na ousadia da escrita. Na coragem do desnudar de nossos corações. Expor aquilo que até hoje estava trancado e só conhecido por mim mesma.
Se isso for tachado de repetitivo, paciência! É certo que alguém nesse mundo já escreveu sobre isso. Mas não repetimos tantas coisas todos os dias?
Sejam, portanto, pacientes! E aguentem minha verborreia.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Um novo olhar sobre o filho pródigo




Essa história é daquelas lidas e relidas inúmeras vezes, daquelas que são ouvidas em uma infinidade de pregações e sermões. No entanto, hoje me saltou aos olhos uma característica interessante da figura do filho pródigo: sua disposição em humilhar-se. Quando ele caiu em si e reconheceu seu erro, enxergou a possibilidade de voltar pra casa do pai, mas na condição de empregado, de servo. Atitude exemplar essa!
Hoje em dia as pessoas se julgam muito cheias de direitos. A sociedade atual ensina as pessoas a reinvindicarem-nos cada vez mais e nos tornamos pessoas orgulhosas, que dificilmente adotam uma postura de humildade diante das circunstâncias. O filho esbanjador não pensou assim. Não racionalizou. Apenas admitiu: vou voltar e dizer que não sou digno de ser tratado como filho. Que coisa linda!!! Ele reconheceu que ele não merecia nada. E por causa disso foi restaurado à condição de filho. Porque a promessa é atual e diz que aqueles que se humilharem diante da poderosa mão de Deus serão exaltados. Ele foi exaltado e readmitido na presença do pai não pelas obras que praticou, mas por essa disposição mental adequada: não ser digno, reconhecer isso e estar disposto a ocupar um lugar pequeno dentro do reino.
Quem dera todos os crentes dessa geração tivessem esse mesmo coração.